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domingo, 11 de setembro de 2011

Acabou. Ponto.

Que bom voltar para esse espaço daqui. Outro dia tentei escrever por aqui, mas meu coração andava tão triste que as palavras se dissolviam no vazio. Resolvi respeitar o meu tempo interno. `As vezes é preciso o vazio.

Tive que deixar ir embora pessoas que achei que ficariam por perto. Pois bem. As amizades também acabam. Quando você vê ela escorreu pelas suas mãos. E PONTO.

Ficou comigo a dor da decepção, a mágoa pelas atitudes inesperadas de alguém que amava. Tento buscar dentro de mim as lembranças do que foi leve, solto, doce e sincero nessa relação de anos. 

O que foi poesia, alegria e cor guardo no peito. 

O que dói tento soltar feito barco de papel no rio, feito gaivota que se despenca no ar.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Queridas amigas

Aqui estou, lutando para não afundar no pântano das emoções, nadando pelas águas soturnas que insistem em me rodear.
E eis que surje aquela amiga com uma palavra amor,
um gesto simples, um "não desanime".

E também tem aquela outra amiga que naquele dia de perda profunda estava comigo e ficou durante toda a tarde ao meu lado porque não queria me deixar sozinha.

E tem aquelas amigas que falam: vamos dançar! Vamor rir!
E viram crianças comigo.
Tem outras que só escutam o choro e abraçam.
Tem aquelas que são meio mães.
Outras são quase "mestras" espirituais, tamanha sabedoria.


Todas essas amigas tem um jeitinho especial de ser.
Essas palavras são para todas elas que tem trazido claridade
num momento em que parece só ter escuro...
Aconchego na solidão, na perda e na saudade.
Amor quando tudo parece árido e sem sentido.